Seus direitos adquiridos são continuamente suprimidos e/ou ignorados. Suas terras ainda sofrem ataques. Seus costumes e crenças ainda são menosprezados por muitos. Suas necessidades continuam sendo esquecidas.
Se você pensa em índios tal qual lhe foi ensinado na escola - acreditando que a catequese forçada salvou suas almas, que a europeização os deixou mais próximos do que muitos consideraram como humano, que não deveriam existir direitos específicos tampouco a demarcação de terras -, talvez seja importante fazer uma reavaliação profunda dos seus conceitos; sugiro começar pelo espelhamento de situações e acontecimentos.
Contudo se, por outro lado, graças a um profundo senso de empatia e/ou uma maior consciência a respeito de diversidade e direitos humanos, você consegue, hipoteticamente, se colocar no lugar de cada ser oriundo dos Povos Originários, compreendendo o quão terrível para eles tem sido a violação de seus corpos, suas aldeias, seus costumes, suas vidas, este é o tempo exato para fazer sua voz ser ouvida em meio ao coletivo.
Fale sobre o assunto com seus familiares e amigos. Pesquise o que vem sendo feito no país, por instituições privadas e organizações não governamentais, em benefício dos Povos Originários.
Pesquise como governos de outros países têm se empenhado para reverter os danos por séculos de colonizações e use o resultado de suas pesquisas para cobrar ações públicas pertinentes e eficazes - bem diferentes do que tem nos apresentado o atual governo federal.
Some sua voz às vozes dos Povos Originários do Brasil.”
Que assim seja!
Rowena A. Senėwėen ®
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